Existem pessoas que se alimentam de pequenas maldades feitas aos outros, seja por inveja, frustração ou por prazer. São atos que muitas vezes não podemos apontar e identificar diretamente, porque estas pessoas, no auge da sua capacidade manipuladora, os fazem de maneira sutil e disfarçada.
Eu tenho pena de quem faz isso, e infelizmente há muitos por aí. Muitos mesmo! Estão entre nós como pequenos animais que se camuflam no meio em que vivem. Podem ser muito simpáticos ou parecerem ótimas companhias, porque além de tudo elas possuem um outro dom, o de representar, como se num filme estivessem. E aí vão disseminando o seu veneno aos poucos, minando discórdia ou plantando pequenas sementes de ruindade que se transformam em grandes problemas às suas vítimas.
As "áreas" escolhidas são diversas: atrapalhar no trabalho ou carreira, interferir ou acabar com um relacionamento, criar discórdia nas amizades, semear desconfiança entre as pessoas, arruinar a imagem de outrem. E tudo isso por quê? Porque são infelizes - por dentro da sua casca de felicidade, de ter mil amigos, de ser uma pessoa legal, há alguém encolhido na sua insignificância, porque sim, a sua falta de caráter a reduz a um ser insignificante para quem abre os olhos e finalmente enxerga a baixeza desses seres.
Pobres deles! Aos bons, a companhia dos bons; aos maus, que fiquem sozinhos ou que se agrupem numa verdadeira caça de uns aos outros - sendo lobos uns dos outros, mas para somente eles e nada mais que eles. E que tudo o que eles façam realmente volte em triplo, quádruplo, quíntuplo: que o gosto do seu veneno seja o suco do seu café da manhã.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
História dos bairros de Curitiba
Você conhece a história dos bairros da sua cidade? Geralmente a gente passa por muitos lugares, ruas etc., mas nem sabe como tudo começou. Resolvi fazer uma pesquisa sobre a história dos bairros de Curitiba e encontrei um blog que explica a origem de algum deles. Resolvi reproduzir aqui um pouco dessa história, para que todos saibam o passado histórico do chão em que vive!
Batel
Existem duas versões para a origem do nome do bairro: a primeira, atendendo à tradição popular, está ligada ao fato de residir, no local, uma família conhecida por Batel. A outra, remonta aos tempos das tradicionais cheganças (festas religiosas), onde, na ocasião, teria naufragado um batel (pequena embarcação) vindo de São José dos Pinhais. O desenvolvimento da produção de madeira e de erva-mate, por volta de 1910, tornou a área do Batel predominantemente comercial. Ali estavam instaladas duas usinas de beneficiamento de erva-mate, fábricas de sabão, perfumaria, duas cervejarias, etc.
Bigorrilho
Bigorrilho: um nome de muitas histórias. Desde a cigana benzedeira que morava na região, como também de uma prostituta de nome Bigorrilha e muito valente. Bairro que insistem em chamar de Champagnat. O termo que mais se aproxima do nome do bairro é bigorrilha. O rio era assim chamado porque nas redondezas da Estrada de Butiatuvinha residia a proprietária de um bordel a que todos chamavam Bigorrilha. A linguagem cotidiana dos moradores teria “masculinizado” o termo, surgindo daí o nome Bigorrilho. Já Evaristo Biscaia, em seu livro “Coisas da Cidade”, defende que antigamente o bairro era conhecido “Bairro dos Italianos”, tornando-se depois Bigorrilho em virtude de morar ali uma rutena (ucraniana) de nome Bigorela.
Bom Retiro
Seu nome originou-se num Sanatório, inaugurado em 1946, no terreno que Lins de Vasconcelos doou, em 1945, à Fundação Espírita do Paraná. Com a criação do Bom Retiro, o Instituto Lins de Vasconcelos passou a ocupar o lugar do Sanatório, que foi transferido para o outro lado da Rua Nilo Peçanha, uma das principais do bairro, que já era asfaltada, apesar de pouco habitada. Em torno dessas entidades, o bairro começou a se expandir de maneira significativa, em população e desenvolvimento.
Cabral
A denominação “Cabral” surgiu no século XIX. Segundo o próprio historiador Ermelino de Leão, o nome do bairro é uma homenagem à influente família Cabral, que residia na região e, em meados do século passado, doou o terreno onde se ergueu a pequena capela consagrada ao Bom Jesus, hoje conhecida como Igreja do Cabral. Os primeiros moradores chegaram no início do século XVIII, conseguindo seus lotes de terra através de concessão da Câmara de Curitiba. Muitos desses sítios compõem hoje o Graciosa Country Club, alguns trechos da Av. João Gualberto, da Anita Garibaldi e da Munhoz da Rocha.
Centro
O nome do bairro é uma referência ao núcleo em volta do qual cresceu a cidade de Curitiba, a partir do século XVII. Em 29 de março de 1693, na pequena igreja matriz, na região da Praça Tiradentes, foi fundada a Vila de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais. Nessa região central, está o marco zero de Curitiba que, geograficamente, indica o “ponto inicial” de uma cidade, ou o ponto a partir do qual eram tomadas as distâncias para a demarcação de uma vila. O atual bairro do centro já teve outros nomes. Em um mapa de 1950, boa parte de seu território é chamada de Liberdade. Em outros mapas, a região onde hoje está o bairro, aparecia simplesmente com a inscrição “Curitiba”, como se somente ali fosse a cidade e ao seu redor existissem apenas chácaras, fazendas ou campos inabitados.
Centro Cívico
O nome atual do bairro começou a surgir durante os anos 40, quando o urbanista francês, Alfred Agache, dentro de suas propostas para o novo Plano Urbano de Curitiba, propôs a criação de um Centro Cívico. Centro Cívico, em seu sentimento literal estrito, significa Centro do Cidadão ou, com uma interpretação mais dirigida, centro onde se resolvem os assuntos relacionados ao cidadão.
O Plano Agache concebia o Centro Cívico como “uma praça de características especiais, dos edifícios destinados aos altos órgãos da administração Estadual que além da função de centro de comando, pudesse bem denominar-se como sendo a “sala de visita da cidade”, apresentando um conjunto de arquitetura especial em harmonia com o tratamento paisagístico da ampla praça central”.
A construção do Centro Cívico deve muito à visão futurista do professor, e então governador, Bento Munhoz da Rocha Neto, que pretendia destinar uma área da cidade para ser o centro administrativo do Estado e do Município. Projetado pelo arquiteto Xavier Azambuja, foi inaugurado em 1953, ano em que o Paraná comemorou seu centenário de emancipação política.
Mercês
Mercês é palavra proveniente do latim merce que, no sentido estrito, significa graça, benefício ou proteção. Já a escolha de tal palavra para qualificar o bairro está diretamente ligada à religiosidade de seus moradores. Ainda no século passado, seus habitantes já preservavam o hábito de fazer procissões em devoção à Nossa Senhora das Mercês. Atas da Câmara Municipal, na metade do século XVIII, já confirmam o termo “Quarteirão das Mercês” ou “Quarteirão da Senhora das Mercês”, para denominar uma região que, até o início do século XX, abrangia parte de outros bairros vizinhos, como a Vista Alegre e o Bigorrilho. Por volta de 1920, quando chegaram ao bairro os frades capuchinhos Frei Ricardo e Frei Timóteo, procedentes de Veneza, a devoção à Nossa Senhora das Mercês aumentou. Em 28 de junho de 1926 era iniciada a construção da Igreja das Mercês e, em 1929, era realizada a sua inauguração.
Em breve coloco a história de outros bairros!
Fonte: http://turismoinformativo.blogspot.com/2008/03/mapa-e-histria-dos-bairros-de-curitiba_16.html
Batel
Existem duas versões para a origem do nome do bairro: a primeira, atendendo à tradição popular, está ligada ao fato de residir, no local, uma família conhecida por Batel. A outra, remonta aos tempos das tradicionais cheganças (festas religiosas), onde, na ocasião, teria naufragado um batel (pequena embarcação) vindo de São José dos Pinhais. O desenvolvimento da produção de madeira e de erva-mate, por volta de 1910, tornou a área do Batel predominantemente comercial. Ali estavam instaladas duas usinas de beneficiamento de erva-mate, fábricas de sabão, perfumaria, duas cervejarias, etc.Bigorrilho
Bigorrilho: um nome de muitas histórias. Desde a cigana benzedeira que morava na região, como também de uma prostituta de nome Bigorrilha e muito valente. Bairro que insistem em chamar de Champagnat. O termo que mais se aproxima do nome do bairro é bigorrilha. O rio era assim chamado porque nas redondezas da Estrada de Butiatuvinha residia a proprietária de um bordel a que todos chamavam Bigorrilha. A linguagem cotidiana dos moradores teria “masculinizado” o termo, surgindo daí o nome Bigorrilho. Já Evaristo Biscaia, em seu livro “Coisas da Cidade”, defende que antigamente o bairro era conhecido “Bairro dos Italianos”, tornando-se depois Bigorrilho em virtude de morar ali uma rutena (ucraniana) de nome Bigorela.
Bom Retiro
Seu nome originou-se num Sanatório, inaugurado em 1946, no terreno que Lins de Vasconcelos doou, em 1945, à Fundação Espírita do Paraná. Com a criação do Bom Retiro, o Instituto Lins de Vasconcelos passou a ocupar o lugar do Sanatório, que foi transferido para o outro lado da Rua Nilo Peçanha, uma das principais do bairro, que já era asfaltada, apesar de pouco habitada. Em torno dessas entidades, o bairro começou a se expandir de maneira significativa, em população e desenvolvimento.
Cabral
A denominação “Cabral” surgiu no século XIX. Segundo o próprio historiador Ermelino de Leão, o nome do bairro é uma homenagem à influente família Cabral, que residia na região e, em meados do século passado, doou o terreno onde se ergueu a pequena capela consagrada ao Bom Jesus, hoje conhecida como Igreja do Cabral. Os primeiros moradores chegaram no início do século XVIII, conseguindo seus lotes de terra através de concessão da Câmara de Curitiba. Muitos desses sítios compõem hoje o Graciosa Country Club, alguns trechos da Av. João Gualberto, da Anita Garibaldi e da Munhoz da Rocha.
Centro
O nome do bairro é uma referência ao núcleo em volta do qual cresceu a cidade de Curitiba, a partir do século XVII. Em 29 de março de 1693, na pequena igreja matriz, na região da Praça Tiradentes, foi fundada a Vila de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais. Nessa região central, está o marco zero de Curitiba que, geograficamente, indica o “ponto inicial” de uma cidade, ou o ponto a partir do qual eram tomadas as distâncias para a demarcação de uma vila. O atual bairro do centro já teve outros nomes. Em um mapa de 1950, boa parte de seu território é chamada de Liberdade. Em outros mapas, a região onde hoje está o bairro, aparecia simplesmente com a inscrição “Curitiba”, como se somente ali fosse a cidade e ao seu redor existissem apenas chácaras, fazendas ou campos inabitados.Centro Cívico
O nome atual do bairro começou a surgir durante os anos 40, quando o urbanista francês, Alfred Agache, dentro de suas propostas para o novo Plano Urbano de Curitiba, propôs a criação de um Centro Cívico. Centro Cívico, em seu sentimento literal estrito, significa Centro do Cidadão ou, com uma interpretação mais dirigida, centro onde se resolvem os assuntos relacionados ao cidadão.
O Plano Agache concebia o Centro Cívico como “uma praça de características especiais, dos edifícios destinados aos altos órgãos da administração Estadual que além da função de centro de comando, pudesse bem denominar-se como sendo a “sala de visita da cidade”, apresentando um conjunto de arquitetura especial em harmonia com o tratamento paisagístico da ampla praça central”.
A construção do Centro Cívico deve muito à visão futurista do professor, e então governador, Bento Munhoz da Rocha Neto, que pretendia destinar uma área da cidade para ser o centro administrativo do Estado e do Município. Projetado pelo arquiteto Xavier Azambuja, foi inaugurado em 1953, ano em que o Paraná comemorou seu centenário de emancipação política.
Mercês
Mercês é palavra proveniente do latim merce que, no sentido estrito, significa graça, benefício ou proteção. Já a escolha de tal palavra para qualificar o bairro está diretamente ligada à religiosidade de seus moradores. Ainda no século passado, seus habitantes já preservavam o hábito de fazer procissões em devoção à Nossa Senhora das Mercês. Atas da Câmara Municipal, na metade do século XVIII, já confirmam o termo “Quarteirão das Mercês” ou “Quarteirão da Senhora das Mercês”, para denominar uma região que, até o início do século XX, abrangia parte de outros bairros vizinhos, como a Vista Alegre e o Bigorrilho. Por volta de 1920, quando chegaram ao bairro os frades capuchinhos Frei Ricardo e Frei Timóteo, procedentes de Veneza, a devoção à Nossa Senhora das Mercês aumentou. Em 28 de junho de 1926 era iniciada a construção da Igreja das Mercês e, em 1929, era realizada a sua inauguração.
Em breve coloco a história de outros bairros!
Fonte: http://turismoinformativo.blogspot.com/2008/03/mapa-e-histria-dos-bairros-de-curitiba_16.html
Tudo sobre Tarsila
Hoje dei uma visitada no site oficial dedicado à Tarsila do Amaral, grande pintora do movimento modernista brasileiro. A página, que é bilíngüe, oferece um montão de informações: a biografia de Tarsila, suas obras, imagens e outras mais, além de ter toda a sua arte feita com as suas pinturas. Algumas curiosidades sobre a vida da pintora:
* Tarsila morou na cidade de Capivari, no interior de São Paulo, vinda de uma família rica de fazendeiros.
* Começou seus estudos em São Paulo, no colégio Sion, e os completou em Barcelona. Lá, com 16 anos, pinta seu primeiro quadro: Sagrado Coração de Jesus.
* Teve três relacionamentos mais relevantes: o primeiro, o casamento com André Teixeira Pinto, com quem teve sua filha Dulce; depois namorou Oswald de Andrade; por fim, passou a viver com o escritor Luís Martins, com quem passou mais de vinte anos juntos.
* Morou na França de 1920 a 1922, onde entrou em contato com várias pessoas do meio artístico.
* Em 22, passou a participar do grupo modernista brasileiro e fez parte do "grupo dos cinco", junto com Anita Malfati, Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Menotti del Pichia.
* Não participou da semana de 22, mas fez parte do movimento com um todo. Em 23 volta para a França, onde tem contato com outros artistas modernistas.
* Ainda na década de 20 começa a sua pintura "pau-brasil", com cores e inspiração brasileiras. Em 26 faz um dos seus mais famosos quartos, o Abaporu, um presente para Oswald, e marco do início do movimento antropofágico.
* Nos anos 50 volta à temática pau-brasil.
* Falece em 17/01/73.
Conheça mais dessa incrível pintora na página oficial:
Falcatruuuua!
Tem gente que realmente é muito sem noção! Um casal conseguiu entrar num dos lugares supostamente mais seguros do mundo, a Casa Branca. Foram de penetras na boa para um jantar oferecido ao primeiro-ministro da Índia. Pelo o que aparenta, eles fazem parte daquele grupo de pessoas que querem aparecer a qualquer custo. A notícia completa está no Terra.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Melhores da Década!
A New Music Express, publicação inglesa do ramo musical, depois de ter escolhido os melhores discos da década, divulgou hoje a lista das melhores músicas dos anos 2000. A grande vencedora foi Crazy in Love, da Beyoncé, vencendo pesos pesados como Yeah Yeah Yeahs, The Killers e Radiohead. Mas também pudera, Crazy in Love tem tudo o que há de melhor na música pop: dançante, refrão grudento, boa voz, arranjo e produção. Foi um hit no mundo inteiro e lançou Beyoncé para um estrelato definitivo. Estes últimos tempos, aliás, ela tem colhido muitos bons frutos do seu trabalho: Grammys, VMAs etc., e recentemente foi eleita a mulher do ano pela Billboard.
Veja a lista dos 20 primeiros lugares aqui, e a completa no link abaixo:
1- Beyoncé - "Crazy In Love"
2- MGMT - "Time To Pretend"
4- MIA - "Paper Planes"
5- OutKast - "Hey Ya!"
6- The Rapture - "House Of Jealous Lovers"
7- Klaxons - "Golden Skans"8- Blur - "Out Of Time"
9- Arcade Fire - "Rebellion (Lies)"
10- Arctic Monkeys - "A Certain Romance"
11- The Libertines - "Can't Stand Me Now"
12- The Streets - "Dry Your Eyes"
13- The Walkmen - "The Rat"
14- The White Stripes - "Seven Nation Army"
15- Yeah Yeah Yeahs - "Bang"
16- Rihanna - "Umbrella"
17- Yeah Yeah Yeahs - "Maps"
18- OutKast - "Ms Jackson"
19- Radiohead - "Reckoner"
20- Hot Chip - "Over And Over"
http://www.nme.com/list/100-tracks-of-the-decade/158050/page/1
Dica de blog: o Café Mode é um blog francês que trás várias informações interessantes sobre moda, arte, viagens e fotografia. Como numa postagem feita esta semana, mostrando fotos de todos os calendários Pirelli de década em década. Fi k di k.
http://blogs.lexpress.fr/cafe-mode/
Try sleeping with a broken a heart
Se a música já é ótima, o vídeo acompanha: assista ao novo e inspirado Try sleeping with a broken a heart, da Alicia Keys.
Para o inverno
O nosso inverno já era, mas se você vai para a Europa ou E.U.A. nos próximos meses, essa pode ser útil. Uma meiona de linha que pega toda a perna até as pontinhas dos pés. Apesar do The Moment afirmar que é "chic and cheap", a meia sai por salgados 45 dólares.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Griffin & Sabine
Dizem que os livros chegam à gente não por acaso - eles chegam na hora certa e por algum motivo. Este Griffin & Sabine chegou em minhas mãos por minha amiga Monica e já virei fã. A história é simples porém envolvente: Griffin, um artista plástico que vive em Londres e beira à depressão, começa a receber cartas da misteriosa Sabine, que mora em ilhas também misteriosas. Griffin se surpreende por Sabine, mesmo não conhecendo-o pessoalmente, sabe tanto sobre ele e sua vida...
Não posso contar mais senão estraga! O barato do livro é a arte gráfica: ele é todo caprichado visualmente, e cada página reserva uma surpresa: por exemplo, envelopes com as cartas para você retirá-las para ler.
O autor é o artista plástico Nick Bantock, e para saber mais dele, basta acessar o site: http://www.nickbantock.com/
Não posso contar mais senão estraga! O barato do livro é a arte gráfica: ele é todo caprichado visualmente, e cada página reserva uma surpresa: por exemplo, envelopes com as cartas para você retirá-las para ler.
O autor é o artista plástico Nick Bantock, e para saber mais dele, basta acessar o site: http://www.nickbantock.com/
A banda das capas legais
Os escoceses do Belle and Sebastian já são, na minha opinião, uma das bandas mais legais de todos os tempos das últimas décadas (rss). Mas tão boas quanto a sua música são as capas dos seus discos. Geralmente com poucas cores e um ar de fotografia retrô, tentam fazer uma ligação com os discos ou, no caso dos singles, com a música título. São todas incríveis e dá muita vontade de tê-las, principalmente em LP. Veja algumas das muitas capas:
The Life Persuit
Dear Catastrophe Waitress Lazy Line Painter Jane
Fold your hands, child, you walk like a peasant
If you're feeling sinister
The boy with the arab strap
Tigermilk
Funny little frog
3...6...9 seconds of light
La otra orilla
Na Páscoa deste ano, quando estive em Buenos Aires, queria comprar algum livro da língua e cultura nativas para treinar um pouco mais o meu conhecimento nela e aperfeiçoar vocabulário, mas não abrindo mão de um bom livro. A escolha foi Júlio Cortázar.
La otra orilla tem um apanhado de contos lançados nas décadas de 30 e 40 e tratam de temas como morte, vingança, sonho, vampirismo, bruxaria e em alguns momentos, aproveita metáforas relacionadas ao mar e aos astros. Cada uma das histórias caminha para um final sutil, e o autor utiliza de muitos detalhes para descrever bem os cenários e sensações de cada um dos personagens. Quando tenta ir para um estilo mais abstrato, fica menos interessante pois deixa o leitor (ao menos no meu caso) sem algum parâmetro de entendimento da história.
Na verdade, Júlio havia proibido a publicação destes contos, pois pertencem à primeira fase contística do autor, ou seja, o melhor ainda estava por vir. Mesmo assim, é uma ótima leitura, rápida e leve.
La otra orilla, Júlio Cortázar, 7/10
La otra orilla tem um apanhado de contos lançados nas décadas de 30 e 40 e tratam de temas como morte, vingança, sonho, vampirismo, bruxaria e em alguns momentos, aproveita metáforas relacionadas ao mar e aos astros. Cada uma das histórias caminha para um final sutil, e o autor utiliza de muitos detalhes para descrever bem os cenários e sensações de cada um dos personagens. Quando tenta ir para um estilo mais abstrato, fica menos interessante pois deixa o leitor (ao menos no meu caso) sem algum parâmetro de entendimento da história.
Na verdade, Júlio havia proibido a publicação destes contos, pois pertencem à primeira fase contística do autor, ou seja, o melhor ainda estava por vir. Mesmo assim, é uma ótima leitura, rápida e leve.
La otra orilla, Júlio Cortázar, 7/10
Beck + Charlotte
Charlotte Gainsbourg e Beck estão lançando um disco juntos. O single Heaven can wait já tem um divertido clipe. Confira!
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
American Music Awards 2009
Na noite de ontem foi celebrado o American Music Awards 2009, premiação que teve como maiores destaques as apresentações do que propriamente os prêmios. Isso porque os grandes vencedores da noite foram Michal Jackson (?) e Taylor Swfit, mas o que todo mundo comenta hoje são os vários shows da noite.* Rihanna também emendou duas novas músicas, mas apesar da grande produção, a apresentação foi chatinha e com um clima pesadão. Deve ser o efeito pós-Chris Brown.
* Uma das piores apresentações do AMA foi a do Black Eyed Peas - a junção de Meet me Halfway com Boom Boom Pow deveria ser arrebatadora, mas foi desastrosa, com som ruim e eles cantando mal. Ao menos, a Fergie estava linda.
* Alicia Keys e Jay-Z fodas em New York, New York/Empire State of Mind, e mostraram porque são #1. A melhor da noite. Alicia também fez uma ótima apresentação de Try sleeping with a broken heart.
* Carrie Underwood não convenceu com seu country de atitude. Apresentação bestinha e sem sal.
* Timbaland + Soshy + Nelly Furtado. Que desastre! A Nelly estava linda, mas o show foi horrível e não deu pra entender qual é dessa música. Quem sabe a versão de estúdio seja melhor.
* A tadinha Jennifer Lopez fez uma ótima apresentação de seu novo single, mas teve a façanha de cair de bunda no chão e, claro, foi um dos maiores assuntos do AMA desse ano.
* Kelly Clarkson apresentou uma versão morna de Already Gone. E que look é esse?
* Janet Jackson cantou um medley chatinho em homenagem ao seu irmão; já Whitney Houston promoveu a sua volta numa apresentação simples e bonita, cantando versos de que já caiu, já esteve no poço, mas encontrou a força para se reerguer. A arte imitando a vida.
* A Shakira estava lindona também, mas seu show também foi "nada demais".
* O vencedor do American Idol Adam Lambert quis causar polêmica, numa performance de dominação de homens e mulheres (o que deu um caráter bissexual ao show), beijos, pegação etc., mas no fim parece que foi "over". Tudo em excesso, e no fim parecendo forçado.
* Grandes destaques da noite: Alicia Keys + Jay-Z, Jennifer Lopez e Lady GaGa.
Lista dos Ganhadores
Pop/Rock
Melhor Álbum: Michael Jackson, Number Ones
Melhor Grupo Pop: Black Eyed Peas
Melhor Cantora Pop: Taylor Swift
Melhor Cantor de Pop: Michael Jackson
Country
Melhor Álbum Country: Taylor Swift, Fearless
Melhor Grupo Country: Rascall Flats
Melhor Cantor Country: Keith Urban
Melhor Cantora Country: Taylor Swift
R&B/Hip-Hop
Melhor Cantor de Soul/R&B: Michael Jackson
Melhor Cantora de Soul/R&B: Beyonce
Melhor Grupo de Soul/R&B: Black Eyed Peas
Melhor Artista de Hip-Hop: Jay-Z
Melhor Álbum de Hip-Hop: Jay-Z, Blueprint 3
Melhor Artista Contemporâneo: Taylor Swift
Melhor Rock Alternativo: Green Day
Artista Revelação: Gloriana
Artista do Ano: Taylor Swift
Melhor Trilha Sonora: Twilight Soundtrack
Prêmio de Excelência: Whitney Houston
Confira os vídeos das apresentações (tem quase todas):
Lady GaGa
Adam Lambert
Rihanna
J-Lo
Carrie Underwood
Alicia Keys
Alicia + Jay-Z
Kelly Clarkson
Black-Eyed Peas
Janet Jackson
Shakira
Whitney Houston
Timbaland + Soshy + Nelly Furtado
Eminem
PERSONALIDADE DA SEMANA
ALICIA KEYS
* Fez duas ótimas apresentações no American Music Awards na noite de ontem
* Está para lançar seu novo disco, The Element of Freedom
* O seu novo single, Try to sleep with a broken heart, é uma das melhores músicas lançadas em 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
dvd_Inimigos Públicos
Um filme que não chega a lugar algum. Isso é o principal que posso dizer deste Inimigos Públicos, do diretor Michael Mann. Teria tudo para ser uma grande história: conta a perseguição policial à John Dillinger, gangster considerado inimigo público número 1 dos Estados Unidos na década de 30; tem Johnny Depp e Marion Coutillard como protagonistas; e tem uma trilha sonora excelente. Mas e por que não deu certo?O roteiro é xoxo, nem as cenas de tiroteios proporcionam algum clímax; a fotografia, em razão da filmagem em HD, somente atrapalha ainda mais o filme; a história não prende e se alonga demais sem contar muita coisa. Uma pena. Tempo perdido.
Inimigos Públicos, 3/10
Para ver: crítica de Rubens Ewald Filho sobre o filme.
Hit Parade dessa semana
Vamos às paradas dessa semana. Na Inglaterra, o efeito devastador do X-Factor levou o single dos finalistas ao primeiro lugar. A escolha, uma óbvia homenagem a Michael Jackson: You are not alone.
Na Billboard, o primeiro lugar não poderia ser melhor: Empire State of Mind, do Jay-Z com Alicia Keys, uma das melhores músicas desse ano, na minha opinião.
1- Empire State of Mind - Jay-Z feat. Alicia Keys
2 - Fireflies - Owl City
3 - Watcha say - Jason DeRulo
4 - Replay - Iyaz
5 - Need you now - Lady Antebellum
UK Top 40 Singles
1 - You are not alone - X-Factor Finalists
2 - Meet me halfway - The Black-Eyed Peas
3 - Watcha Say - Jason DeRulo
4 - Happy - Leona Lewis
5 - Fight for this love - Cheryl Cole
Recebi esse texto do meu irmão e achei legal postar. Nem sei a autoria, mas fala de alguns valores da amizade. Dedico a todos os meus amigos que, mesmo às vezes não tendo tanto contato direto, carrego no coração.
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que 'normalidade' é uma ilusão imbecil e estéril.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que 'normalidade' é uma ilusão imbecil e estéril.
Tudo sobre Photoshop
O site Web Designer Depot fez uma postagem bem interessante com dicas para quem quiser ficar expert em Photoshop. Para os interessados, segue o link:
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Kate Perry - Unplugged + Estilo
Kate Perry, depois de ter conquistado o mundo com seu disco lançado no ano passado, lança agora dvd + álbum da série MTV Unplugged, e promete novos arranjos para suas músicas, além de inéditas. Veja o trailer do show!
Aproveitando o embalo da Kate, que tal conferir um pouco do estilo da cantora?
Unique Vintage
Dica da minha amiga Vic: o site Unique Vintage vende roupas e acessórios para as garotas que querem montar um look, claro, vintage.
Para fazer suas comprinhas ou ver mais, clique aqui.
Para fazer suas comprinhas ou ver mais, clique aqui.
dvd_Ele não está tão a fim de você
Uma comédia romântica, se bem feita, é uma grande pedida. Eu pelo menos gosto. E este Ele não está tão a fim de você caiu bem numa noite quinta-feira chuvosa. Um elenco estrelar: Jennifer Aniston, Ben Affleck, Jennifer Conely e Drew Barrymore são alguns dos escalados.
O enredo traz histórias de várias garotas que passam pelo mesmo problema: os seus respectivos ou pretendentes não estão, na verdade, muito a fim delas. A mulher casada cujo marido começa a ser infiel; a garota que só tem encontros frustrados; outra que vive de encontros e relacionamentos virtuais - esses são alguns exemplos de situações mostradas durante o filme e inteligentemente tratadas pelo roteiro, em que os próprios personagens ou outros dão conselhos bastante interessantes.
Fácil, bom, relaxante. Tudo o que pode ser uma boa comédia romântica...
Ele não está tão a fim de você - 8/10
O enredo traz histórias de várias garotas que passam pelo mesmo problema: os seus respectivos ou pretendentes não estão, na verdade, muito a fim delas. A mulher casada cujo marido começa a ser infiel; a garota que só tem encontros frustrados; outra que vive de encontros e relacionamentos virtuais - esses são alguns exemplos de situações mostradas durante o filme e inteligentemente tratadas pelo roteiro, em que os próprios personagens ou outros dão conselhos bastante interessantes.
Fácil, bom, relaxante. Tudo o que pode ser uma boa comédia romântica...
Ele não está tão a fim de você - 8/10
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Maceió - terra do sol e do mar
Sou suspeito pra falar dessa cidade: Maceió. O laço de carinho com a cidade começou com um ano de idade, quando fui (ou melhor, fui levado) para lá a primeira vez; e também pelo fato de minha família paterna ser de lá.
Maceió, como cidade, não tem muita estrutura. Quem é do Sul vai estranhar isso, e também os serviços prestados e, em alguns lugares, padrões de higiene. Mas o grande atrativo de lá são as belezas naturais. Na orla da cidade, as praias da Pajuçara (onde se pode fazer um lindo passei de jangada para conhecer piscinas naturais em alto-mar), Jatiúca e Ponta Verde colorem a área urbana, e são um convite para passeios, caminhadas, águas de côco e compra de artesanato. Ali que também ficam alguns dos principais hotéis.
Nas redondezas, a praia do Francês é um dos grandes destaques, pelas belezas naturais, que inclui uma barreira de arrecifes que fazem um grande paredão separando praia do alto-mar. A Praia do Gunga é outra que é paradisíaca. Para se chegar lá, um lindo passeio de barco. Já as Dunas de Marapé oferecem uma praia fantástica com ótima estrutura para passar um dia inteiro por lá.
Um pouco mais longe mas ainda de fácil acesso partindo de Maceió, alguns passeios recomendo demais: Maragogi, onde também é possível ir de barco até piscinas naturais; e a foz do Rio São Francisco, em que há dunas e piscinas naturais entre elas, dando uma paisagem meio que de oásis. Quem tiver mais tempo e disposição, ainda dá para espichar até Porto de Galinhas, em Pernambuco.
Quem vai para lá vai ouvir as músicas batidas mas que são pura verdade: "ah que saudade do céu, do Sol, do sal de Maceió"...
Maceió, como cidade, não tem muita estrutura. Quem é do Sul vai estranhar isso, e também os serviços prestados e, em alguns lugares, padrões de higiene. Mas o grande atrativo de lá são as belezas naturais. Na orla da cidade, as praias da Pajuçara (onde se pode fazer um lindo passei de jangada para conhecer piscinas naturais em alto-mar), Jatiúca e Ponta Verde colorem a área urbana, e são um convite para passeios, caminhadas, águas de côco e compra de artesanato. Ali que também ficam alguns dos principais hotéis.
Nas redondezas, a praia do Francês é um dos grandes destaques, pelas belezas naturais, que inclui uma barreira de arrecifes que fazem um grande paredão separando praia do alto-mar. A Praia do Gunga é outra que é paradisíaca. Para se chegar lá, um lindo passeio de barco. Já as Dunas de Marapé oferecem uma praia fantástica com ótima estrutura para passar um dia inteiro por lá. Um pouco mais longe mas ainda de fácil acesso partindo de Maceió, alguns passeios recomendo demais: Maragogi, onde também é possível ir de barco até piscinas naturais; e a foz do Rio São Francisco, em que há dunas e piscinas naturais entre elas, dando uma paisagem meio que de oásis. Quem tiver mais tempo e disposição, ainda dá para espichar até Porto de Galinhas, em Pernambuco.
Quem vai para lá vai ouvir as músicas batidas mas que são pura verdade: "ah que saudade do céu, do Sol, do sal de Maceió"...
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
As incríveis ondas de Clark Little
Você já ouviu falar em Clark Little? Ele é um fotógrafo de surfe e suas fotos estão cada vez mais famosas por aí. Little lançará em breve seu primeiro livro, The Shorebreak Art of Clark Little. Veja só uma amostra do seu trabalho.
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